Se você chegou a este artigo, já deve ter ouvido falar sobre os medicamentos fitoterápicos, certo?

Os medicamentos convencionais já não são mais a única opção para tratamentos. A cada dia surgem novas soluções para os mais diversos problemas, que são personalizadas para o caso de cada paciente. As pessoas também estão em busca de novas alternativas para suas necessidades.

Os medicamentos fitoterápicos surgem como uma nova tendência em meio a isso tudo, sendo cada vez mais receitados nos consultórios.

Mas, com o surgimento de qualquer tendência, também começam a aparecer rumores e mitos sobre ela.

O que você ouviu falar sobre esse tipo de medicamento? Você sabe o que é verdade ou não? Neste artigo, vamos esclarecer 4 mitos sobre medicamentos fitoterápicos que você pode ter ouvido por aí, confira!

O que são medicamentos fitoterápicos?

Os medicamentos fitoterápicos se tornaram mais populares pois são reconhecidos como produtos naturais. Sua composição é feita com princípios ativos extraídos de plantas, como sementes, raízes e folhas, além de algumas substâncias vegetais, como óleos, extratos e ceras.

O que o diferencia de outros produtos naturais é a sua ação terapêutica, podendo ser mais simples e feito a partir de uma planta específica, ou mais composto e fabricado mesclando mais de uma espécie vegetal em sua fórmula.

Conheça 4 mitos sobre medicamentos fitoterápicos

Antes de tudo, é importante esclarecer que os medicamentos fitoterápicos seguem um protocolo de distribuição assim como qualquer outro medicamento.

Portanto, são submetidos a processos farmacêuticos rigorosos de produção, para garantir a qualidade, além de serem testados, terem seus benefícios terapêuticos comprovados, fórmulas padronizadas e controladas, com segurança de uso para a população.

Assim, cada componente é manipulado nas quantidades certas para tratar efetivamente um problema, sem que seja tóxico para o organismo. Agora, vamos esclarecer os principais mitos? Acompanhe.

O tratamento não é efetivo

Esse não passa de apenas um mito. Os medicamentos fitoterápicos são tão efetivos quanto os medicamentos convencionais e produzidos em laboratórios.

Essa garantia também se vale devido ao rigoroso controle de qualidade e produção de todo e qualquer medicamento. No Brasil, além da Anvisa, também existe o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, um projeto criado em 2008 e que ajuda a oferecer à população produtos cada vez mais seguros e que tratam efetivamente algum sintoma de forma terapêutica.

Demoram mais para fazer efeito

Muitos dizem também que esse tipo de medicamento demora mais para agir e fazer efeito em comparação com os remédios sintéticos e convencionais. Mas não existe essa relação.

Independente do tipo do medicamento, fitoterápico ou industrializado, o seu poder de ação depende de diversos outros fatores, como o princípio ativo utilizado, o organismo de cada pessoa, a doença ou problema em questão, a dose e composição utilizados, entre outros.

Por serem naturais, não causam nenhum mal

Outro mito recorrente é que, por serem naturais, os medicamentos fitoterápicos não causam nenhum mal ou efeito colateral.

Porém, como qualquer outro medicamento, a sua efetividade também depende do organismo de cada um e da resposta do corpo aos componentes do produto. Se forem utilizados de forma errada ou com uma dosagem inadequada, eles podem sim causar efeitos colaterais.

Qualquer um pode receitar

Esse é um dos mitos mais importantes de se desmistificar. A prescrição dos medicamentos fitoterápicos, assim como muitos convencionais, só pode ser feita por profissionais da saúde e por terapeutas registrados, com estudo técnico e prático, devidamente autorizados para exercer tal responsabilidade.

Como já dito, medicamentos fitoterápicos também exigem uma dosagem correta, uma orientação de uso adequada e um conhecimento específico para recomendar e receitar o princípio ativo ideal para tratar cada problema, ações que não podem ser realizadas por qualquer um.

Portanto, sempre converse com um profissional para saber se o uso desse tipo de medicamento é de fato o tratamento indicado para o seu caso, certo?

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